PAULO EDUARDO DIAS
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Ouvidoria da Polícia de São Paulo pediu à Polícia Civil e à Corregedoria da PM que apurem a conduta de policiais militares envolvidos na abordagem ao imigrante da Gâmbia Bubacarr Dukureh, 28. Ele foi baleado e morreu no último dia 15, no Jardim Paulista, zona oeste paulistana.
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Os policiais disseram que ele resistiu a abordagem –o soldado responsável pelo disparo não utilizava câmera afixada na farda.
Para a esposa do imigrante, a reação dos PMs foi desproporcional.
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A cozinheira Fernanda Almeida, 34, disse à Folha que Dukureh passou a dar sinais de que não estava bem psicologicamente após perder o emprego como auxiliar de cozinha, há cerca de um ano. “Na pandemia muita gente surtou, muita gente entrou em depressão, e ele foi uma dessas pessoas”, afirm livre para sexo anal.
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“De onde a Damares tirou essa história louquíssima?”, espanta-se o diretor. “Estamos falando de uma das coisas mais horríveis da humanidade, que é o estupro de recém-nascidos! Na cabeça de quem isso pode passar?. Que pessoa é essa que acredita em uma coisa dessas?. Pior: que pessoa pervertida é essa, capaz de inventar uma história assim?”.
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Não é só Damares. Para Nelson, bolsonaristas em geral e políticos ligados ao atual presidente têm algo em comum além do apreço pelas pautas conservadoras. “Acho esse pessoal muito pervertido. Eles só pensam naquilo (revira os olhos) e eu fico imaginando a vida sexual desse povo. Deve ser uma vida sexual tóxica ou inexistente porque só pensam em imbrochável, mamadeira de piroca, incomível…”.

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